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Ainda sobre a revista Proler

por jpt, em 09.02.04
A propósito do apontamento sobre a Proler recebo os comentários merecidos face à escrita pouco cuidadosa que ali botei.A revista tem recebido financiamentos do Estado moçambicano e do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. Aqui o ressalvo, aqui o sublinho. E com prazer.A Proler sai de dois em dois meses. Quem a conhece desde o início sabe que tem crescido, melhorado. Na forma: impressão, paginação, revisão. E nos conteúdos. E, até talvez mais importante, o seu director Francisco Noa rodeou-se de uma pequena equipa de jovens colaboradores. A qual também tem vindo a crescer: amadurecer. E que poderão vir a adubar o jornalismo cultural (e não só) moçambicano - aliás acho que alguns estão já a colaborar também na nova revista Mais, uma boa novidade na imprensa de cá.A revista tem qualidade, tem interesse. Para garantir a sua continuação e o seu crescimento esses financiamentos estatais são fundamentais, mas não suficientes. E talvez não o devam ser. O meu apontamento anterior reflectia apenas a surpresa em ver a relutância das empresas em ali se publicitarem, elas que ainda assim estão presentes no apoio a outras actividades com menos visibilidade. Daí a reprise: "e não há publicidade que se chegue à Proler, que ainda são uns milhares de revistas a circular."A ver vamos.

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publicado às 18:42



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