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Mahler compôs bastante e bem, do bom e do bonito. E resumiu tudo em poucos minutos no "adagietto", o 4ºandamento da sua 5ª Sinfonia. Visconti foi da mesma opinião e deu-a a conhecer projectada em "Morte em Veneza". Melhor é impossível. Ficam duas interpretações da coisa, a daquele que é talvez o mais conhecido Maestro, o von Karajan, e a menos ouvida, pelo rocker Jeff Beck, provando esta última a indestrutibilidade da peça, ao mesmo tempo que as duas certificam a existência da alma (e de Alma, Mulher mui amada do compositor) e da sua imortalidade. Gostava que ouvissem as gravações - não estão no tubo cibermusical - conduzidas em 1985 por Sinopoli para a DG e (sobretudo) a que o rigoroso Maestro Kirill Kondrashin fez em 1974 para a Melodiya em que o ataque das cordas se torna excruciante e pungente até ao arrepio (à época não havia MP3's, a menos que algum míssil balístico tivesse essa designação, o YouTube seria um truque de ficção científica, uma pen nada menos que uma dissimulação que o velho Q inventara para Bond, James Bond roubar milhões de informações Top Secret, etc, etc, e os lp's da etiqueta soviética não se encontravam no designado "Ocidente", sendo trazidos à socapa do satélite soviético RDA, via Berlim/ Check Point Charlie, dentro de gabardines à tarado sexual...). Ouvi e chorai por mais.

 

Karajan 
Beck

publicado às 21:20
modificado por jpt a 12/7/14 às 22:38



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