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Pois o Natal é quando um homem quiser ... Que melhor para comemorar a época festiva, o dia natalício, o fim do ano e o princípio do seguinte, do que esta majestosa versão. A 9ª de Beethoven, talvez o cume da afirmação do universal no XIX europeu (cume porque foi bem conseguida), tocada e cantada por uma selecção internacional (um "Barbarians" se falássemos de râguebi) conduzida pelo grande divulgador (universalizador) Bernstein. Em Berlim, no dia de Natal de 1989, celebrando o fim do maldito muro, daquela cortina de ferro. Religião, filosofia, arte e estética, política, tudo misturado na reclamação da razão. Assim como que a mostrar o quão confusas são estas palavras. Por isso a música, que não se traduz.

 

Então aqui fica este templo, precioso. O dia de Natal, celebrando o global (aka universal) e o livre.

publicado às 16:22


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