"(...) Fanisse trabalhava a terra, curvada, os grandes seios suspensos como papaias. Sonto às costas ou escarranchado na ilharga, a mamar. E nunca palavras que fossem de raiva contra a sua vida de mulher e nunca seu corpo rendido ao peso do chicomo nas mãos calejadas (...)"
José Craveirinha, "Mamana Fanisse", Hamina e Outros Contos, Maputo, Ndjira