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O rss do ma-schamba

por jpt, em 28.02.13

 

Com a mudança para o SAPO o blog perdeu o seu mecanismo de notificação de actualizações, avisam alguns leitores amigos, que anunciam ter deixado de receber essas informações. Desde então o número de visitantes, mostra o sitemeter, desceu para menos de metade - o que salienta que grande parte dos leitores chega por essa via.

 

Ali no topo da coluna da direita está explícito o endereço rss para recuperar as notificações sobre as actualizações do blog, que será necessário reinscrever, para quem recebe por email ou nos sistemas de "favoritos" (como o google reader).

 

E aqui o deixo, em destaque, esperando as tais reinscrições:

 

http://ma-schamba.com/data/rss

  

publicado às 22:16

Politeísmo (7) : A Dança

por VA, em 28.02.13

VA

publicado às 14:28

 

Uma colectiva, a exposição "Roots", que julgo ancorada no eixo da célebre série televisiva dos anos 1970s, e que é produto de uma organização conjunta do MUVART (Movimento de Arte Contemporânea), do LAC (Laboratório de Artes Criativas), com apoio do próprio Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, foi ontem apresentada ontem no Centro Cultural Português de Maputo. Com curadoria de Jorge Dias, apresentam-se obras de sete artistas, cubanos, angolanos, portugueses e moçambicanos. De cá estão Aladino Jasse, Lizette Chirrime, David Mbonzo, Félix Mula.

 

Festiva, colorida (cromaticamente estimulante, se assim se quiser falar), anima o visitante. Recomenda-se a deslocação.

publicado às 09:06

Politeísmo (6): de Fitz a Monte

por AL, em 28.02.13

AL

publicado às 07:30

"A Bola" em Moçambique

por jpt, em 28.02.13

 

Foi o primeiro jornal do qual fui leitor e cliente, o meu pai (que nunca leu um jornal desportivo na vida, e foi apenas duas vezes ao futebol na vida, para me acompanhar em 1975 ao Sporting-Olhanense e ao Sporting-Porto) dava-me dinheiro para o ir comprar. Na época, início dos anos 1970s, a era de Joaquim Agostinho e Vítor Damas, publicava-se três vezes por semana (segunda, quinta e sábado). Nele escrevia gente como Carlos Miranda, Carlos Pinhão, Alfredo Farinha, Aurélio Márcio, Vítor Santos, Homero Serpa. Escreviam bem, olhavam o mundo também, aquilo do "Hoje jogo eu" era antologizável, e eram ecuménicos, gente com simpatias clubísticas mas que escreviam sobre desporto e disso faziam vida inteligente (e o arquétipo era o enorme Carlos Pinhão, benfiquista ferrenho com um humor finíssimo, que a todos conquistava), sem o bacoquismo faccioso que a descendência arvorou.

 

Li-o, militantemente até aos anos 1990s, quando por lá ainda escreviam amigos vizinhos como o Afonso Melo e o João Matias. Depois, cansei-me daquilo. O jornal envelheceu, não se conseguiu adaptar ao fluxo de informação vindo do novo mundo de comunicação televisiva, as parabólicas de então, e à atenção que estas permitiam não só ao futebol internacional como, acima de tudo, à diversidade de desportos internacionais (o râguebi mundial, o basquetebol americano, a própria Fórmula 1 bem analisada, etc.), algo que o "Record" (e a própria "Gazeta dos Desportos", já desaparecida) conseguiram de modo pioneiro na imprensa escrita portuguesa. Mas o pior foi o fim do ecumenismo (mesmo que mitigado) casado com a mediocratização da escrita - uma opção pelo público benfiquista, algo que o benfiquismo dominante na geração anterior dos jornalistas não tinha imposto, e a prosa rasteira. Uma tralha que sempre exemplifico com uma primeira página, já bem mais tardia, que saudava o novo corte de cabelo de Simão Sabrosa, o então jovem ex-sportinguista contratado pelo Benfica.

 

Mas este meu desgosto, já de décadas, com "A Bola" oscila agora, face à memória dos meus 8-9 anos, quando saía da praia às 10.30 para ir para a bicha de compradores do jornal, ali na rua dos cafés de São Martinho do Porto, que o jornal chegava (de Lisboa) às 11 horas. E logo esgotava. Tempos em que os dedos se sujavam com a tinta do jornal ... 

 

E oscila porque vejo a notícia da edição moçambicana de "A Bola", cujo primeiro número sairá hoje. Presumo que se tratará de uma mescla de conteúdo português com conteúdo moçambicano, um pouco à imagem da edição aqui do "Sol". Antevejo-me a comprar um ou outro exemplar.

 

O lançamento da iniciativa foi ontem, e as fotografias acessíveis mostram como a empresa se articulou no país político e económico. Ocorre ainda inserido na viagem a Moçambique do ministro Miguel Relvas, acompanhado de uma delegação de responsáveis federativos do desporto português, para além do "King", Eusébio da Silva Ferreira. E também empresários portugueses acompanham a iniciativa, como os empreendedores imobiliários Luís Filipe Vieira e António Salvador.

 

Também hoje, e no mesmo contexto político, Mário Coluna, o grande "Monstro Sagrado", será condecorado pela estado português, recebendo o colar de honra da ordem do Mérito Desportivo. E isso sim, sem qualquer hesitação, saúdo. Viva o "Monstro".

 

publicado às 03:24


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