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Chef Gourmet

por jpt, em 12.03.13

Aqui está a minha estreia absoluta como chef, gourmet até. Uma receita inventada por mim (se calhar já alguém antes cometera a conjugação em causa, mas desconheço tal).

À entremeada que nos é trazida à mesa (ali ao Recanto dos Sabores, na 24 de Julho), na sua até esponjosa armadilha, mandei juntar-lhe piripiri, a malagueta verde fresca, seccionada no local e espalhada manualmente sobre os finos nacos, à medida da resistência de cada um. Uma delícia, para palatos "como deve de ser".

Acompanha bem com vinho tinto. Leva o cognome de "entremeada à zézé".

publicado às 23:04

Cristo em Nampula

por jpt, em 12.03.13

 

Quadro anónimo fotografado com telefone em Anchilo. Para quem conhece Nampula o quadro é uma delícia, até de realismo.

Sim, eu sei, tenho andado muito perto deste contexto religioso. Fases, se calhar ...

publicado às 22:38

 

Um potlatch, por assim dizer. A mostrar que a idade, o raio da idade, a calvície, a papada, as bossas, estes sacos sob os olhos, tudo isso e mais o resto, não têm que nos amansar. Nem nos tornam "pateticamente banais".

 

Também por isso, pelas mostras, tão surpreendentes quantas vezes, gloriosa é esta invenção do youtube, a permitir o convívio quotidiano com estes heróis, semideuses, a quem orei in illo tempore, nestas suas andanças de um agora. Nada alquebrados, barulhentos. Pujantes, coisa da húbris. Que os possui. Quem me dera a osmose ...

publicado às 22:16

 

Acabo de regressar da sessão de esclarecimento, seguida de jantar, do candidato a presidente do Sporting Bruno Carvalho, realizada aqui em Maputo (no restaurante "Escorpião"). Foi um belo momento de sportinguismo, sócios e adeptos de várias tendências conjugados no anseio do bem comum, o nosso amado clube.

Falo por mim, foi relativamente esclarecedor. Pareceu-me um homem vinculado a um objectivo, o sportinguista, e com uma paixão, até sonho, a sportinguista. Será o homem ideal? Com toda a certeza que não , que isso é coisa inexistente. Duas informações relevantes retirei: Mário Moniz Pereira, esse gigante do sportinguismo, e do país, apoia esta candidatura. E, como se isso não fosse suficiente, Rui Oliveira e Costa, um sportinguista que tive o desgosto de cruzar (na condição de sportinguista) em Maputo há alguns anos, e que vem falando na televisão nessa condição, apoia José Couceiro (para mal deste próprio, se calhar até à revelia deste mesmo). Face a isto, o positivo absoluto (quem maior que Moniz Pereira?) e o negativo absoluto (que opinião mais descabida e que sondagem mais manipulada do que as de Oliveira e Costa?) inclino-me, definitivamente, a apoiar Bruno Carvalho para a próxima eleição. Para mais falou com franqueza, sem promessas de glórias e vitórias, com acentuado realismo.

Deixo fotografia do candidato e, espero, futuro presidente do nosso Sporting Clube de Portugal. A seu lado o excelente João Trincheiras, organizador do evento, homem encantador, daqueles sempre disponíveis para congregar aqueles que andam por bem e que se desdobra no afã de fazer e espalhar esse bem. Um embaixador. Da boa vontade, da decência. Um abraço ao João Trincheiras. E viva o Sporting.

 

Adenda, à laia de nota de rodapé: permito-me ainda um conselho, a viajantes que acorram a Maputo e aos habitantes da cidade. Evitem o restaurante "Escorpião" (à Feira Popular). Comer mal acontece em muitos locais, por esse mundo fora. No "Escorpião" isso não acontece. É mesmo insulto ao cliente. Repugnante, uma total falta de respeito. 

publicado às 21:24

Não sei o que odeio mais: se é o arranjinho em tom de engate bacoco (ou de ir ao **, diriam outros) ou a vozinha em sugestões de intimidade. Porquê?, porquê?. Ah Bill Withers, Bill Withers...

AL

publicado às 06:37
modificado por jpt a 7/9/13 às 14:20

Lincoln, de Spielberg

por jpt, em 12.03.13

 

Os ecos da sua qualidade, da superlativa interpretação de Day Lewis, impeliram-me a esta novidade. Vendeu-ma David, ali ao "Vosso Supermercado", verdadeira cópia pirata, algo que não costumo fazer (comprei também o "Django", já agora), o que me custou a reprimenda da minha filha, um "pai, isso não se faz" que me enche de orgulho.

 

 

Sobre Lincoln, personalidade histórica, muito está dito. Sobre a excelência de Day Lewis, que protagoniza o filme, já é conhecida há décadas também. Spielberg é um dos heróis da nossa geração, "Encontros Imediatos ..." à frente. Este "Lincoln" pode ser abordável por vários pontos de vista, cinéfilo - e nisso fazendo apelo ao magma da tradição cinematográfica que ali, apesar de leigo, consigo entrever - literário até, estético. Ou até uma semiologia (fora de moda). Ou ainda a necessária reflexão sobre o condimento ideológico, a produção discursiva para consumo interno americano e para a constante disseminação externa da grande nação "arco-íris" "democrática". E haverá ainda outras formas lúcidas de o olhar, dissecar. Até pelos grandes e excelentes participantes (para mim com particular prazer revendo James Spader, para sempre o mano-mais-novo do meu outro alter ego Danny Crane).

 

Mas essa tentativa de dissecação não a farei aqui. A meio do filme, já expulsa a família, estremunhei no sofá. Depois, voltei e acabei-o. Uma grande chatice, cinzenta. Uma pepineira, como antes se dizia. Que pelos vistos tantos gostam. Um desperdício de tempo, tão necessário ele é aos domingos à noite para ver os resumos do futebol alemão.

 

A culpa deve ter sido da cópia. Pirata. "Pai, isso não se faz". Não se faz mesmo. 100 paus para o lixo. E uma grande seca.

publicado às 06:26

Laique (1)

por AL, em 12.03.13

AL

publicado às 04:26
modificado por jpt a 23/1/15 às 01:50


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