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8 de Abril

Picasso em 1973, Margareth Tatcher e Sara Montiel em 2013, entregaram a alma ao Criador neste dia. Nada mais do que uma coincidência de calendário, triste é certo, de gente que marcou o mundo de modos diferentes e que fica para a Eternidade se a houver. Enquanto esperamos para verificar a possibilidade, Sara Montiel, a beleza espanhola, abrilhanta o ma-schamba com um dos seus maiores êxitos. 

 

publicado às 23:49
modificado por jpt a 7/9/13 às 14:13

Thatcher

por jpt, em 08.04.13

 

 

Margaret Thatcher morreu. Personalidade histórica, de um tempo tão diverso. Algo interessante é a sempre referida boa relação que se acabou por construir entre ela e o então presidente moçambicano, Samora Machel. Talvez nesta ocasião surjam testemunhos sobre esse período, tão rico. Deixo ligação para o seu discurso oficial na visita de Samora Machel (20 de Outubro de 1983). Tempos difíceis, a recente independência do Zimbabwé, a questão da Namíbia, a guerra em Moçambique, a questão na África do Sul, como as mais prementes. Os difíceis trabalhos para a manutenção da paz, referido na curta mensagem (linguagem quase telegráfica, mas sempre muito significante) típica deste tipo de discursos.

Alguma informação complementar sobre a relação que Thatcher veio a desenvolver com Moçambique, articulando ainda as relações com os EUA, está neste obituário de Eric Vines, antigo embaixador britânico em Moçambique.

publicado às 23:04

Resposta pronta

por AL, em 08.04.13
(imagem tirada da internet)

A custo e lentamente lá ia eu negociando as covas, lombas, raízes, águas paradas e outros obstáculos que dificultavam a picada que servia de rua  àquele bairro maioritariamente destinado a mutilados de guerra. Ia-me cruzando com aleijados que, a pé, coxeavam ao longo dela tentando alcançar a estrada com um arremedo de alcatrão onde, a uns bons quilómetros dali, fervilhavam machibombos e chapas que os levariam a outros destinos. No banco de trás, dois deles a quem tinha dado boleia iam-me orientando para a casa que eu buscava. Diziam-me ser a picada tão má que nenhum transporte nela se aventurava. Mas então, pergunto eu condoída e inutilmente, como é que vocês chegam à estrada? Resposta em uníssono do banco de trás: “À rasca, senhora, à rasca!

AL

publicado às 20:45

Politeísmo (32): iconografia

por jpt, em 08.04.13

 

Um tipo, passam os anos, e esquece-se desta música. Dever-se-ia ouvir todos os dias, para aclarar as coisas

publicado às 19:59


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