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Jesualdo Ferreira

por jpt, em 21.04.13

O treinador do Sporting da próxima época. Caso contrário alguém está a trabalhar mal. Muito mal.

publicado às 23:08

Uma vergonha

por jpt, em 21.04.13

 

Uma aldrabice pegada, este Benfica-Sporting. Um mercenário, o árbitro. Um escroque (Freitas Lobo, o comentador televisivo, a gabar o árbitro, um lixo de homem - e ainda se diz que o verme irá trabalhar para o Sporting!). Pior do que tudo, decerto, milhares ou até mais, de patrícios meus, porque "benfiquistas", a gostarem do acontecido. As pessoas gostam. E como podem gostar disto podem gostar do resto. Do lixo que acontece, para além de futebol. É um lixo de gente. E merecem, mesmo, o que lhes acontece. Na bola, e no resto. Mais, merecem pior do que lhes acontece. E do que acontece ao país que aceita esta merda.

 

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publicado às 22:59

Filipe Branquinho no BESPhoto 2013

por jpt, em 21.04.13

 

Filipe Branquinho está no BESPhoto, exposição concurso em Lisboa (o ano passado foi premiado Mauro Pinto), que neste 2013 tem o seguinte conteúdo, e estará acessível entre 17 de Abril e 2 de Junho . Apresenta seis fotografias, intitulando-as "Showtime", e explica-as assim:

 

"A ideia partiu do livro Pão Nosso de Cada Noite, do Ricardo Rangel, fotografado na Rua Araújo, a “Rua do Pecado”, hoje Rua de Bagamoyo, e de alguns nus do José Cabral, um trabalho um pouco solto que inclui material censurado na Bienal de Bamako. A partir dessas imagens comecei por desenhar uma ilustração, e isso deu-me vontade de fotografar. Fotografar mulheres como o Cabral as fotografa, num cenário à Rangel.


Ao contrário do Rangel, que fotografou muito a rua, os bares, eu queria entrar um bocado mais dentro, entrar onde isso acaba, os quartos de dois hotéis que já existiam no tempo do Rangel, há meio século atras, e que curiosamente hoje ainda lá estão. 


Visitei os hotéis, conversei com os donos e vi os quartos. Descobri que no Hotel, seis dos cerca de quinze quartos são alugados à hora, a duzentos meticais (5 euros). Chamam Showtime a esses quartos para onde as prostitutas levam os clientes, de dia ou de noite. Cada cliente tem a sua fantasia, e eu, como cliente, paguei os quartos e as mulheres para poder estar lá, e a minha fantasia foi fotografá-las. Perguntaram-me: “- Quanto é que pagas?”. Paguei o serviço à hora, como qualquer cliente." (Sinopse com base na entrevista do José Pinto de Sá para o catálogo do BESPhoto 2013)".

 

O trabalho está apresentado (e muito elogiado) no blog Alexandre Pomar. O qual, praticamente, lhe atribui o prémio. E isso seria bom. Fico a torcer por isso. Mas fico também, só vendo de longe, com o nariz torcido. Com este tipo de estetização do putedo. A ver irei, quando o trabalho for exposto em Maputo.

 

publicado às 16:47

Apneia

por jpt, em 21.04.13

Só hoje vejo este "O Barão", de Edgar Pêra. Se eu pensasse que o Pêra, que é um tipo que eu não encontro para aí há 20 anos, serve para representar algum colectivo que me seja mais ou menos vizinho, ou dele emane, este filme seria a forma de me reconciliar com essa qualquer entidade, com a qual a amargura dos anos passados talvez me tenha azedado o amor. Mas não penso isso, até porque me vão dizendo que o homem não mudou muito e nisso não se terá amarfanhado, e ainda bem que assim é. Porque o filme é sumptuoso, iluminado. E dele. E arrebata-me. Uma apneia, avassaladora. Não sobre a qualquer coisa que me dizem os ecos escritos, mas sobre a vida, o poder. E, acima de tudo, a paixão. Fico, agora, já depois, exausto. Da tal apneia. Reconciliado com qualquer coisa. Com o cinema, talvez. Com a grandeza humana, com toda a certeza, essa que   produz coisas destas.

(Nuno Melo, extraordinário)

 

(Leonor Keil, diva)

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publicado às 00:46


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