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publicado às 15:50

Desgooglertas

por AL, em 11.07.13

Enganei-me nos dedos, foi o que foi. E não só – na pressa da googlação nem reparei que estava ainda na janela do youtube (não perguntem, há dias em que nada parece correr bem) e descobri então isto. Publicado há pouco tempo (24 de Junho) tem somente (ou tinha, quando o vi) 18 visualizações.

Aviso já que é um género que geralmente não me agrada – a pornografia da miséria e o apelo ao mea culpa ocidental com o correspondente abrir dos cordões à bolsa, em recolha de fundos que quase não chegam a quem se expôs. Mas não faz mal lembrar de quando em vez que os problemas sociais têm um rosto ou, como neste caso, uma voz que as tecnicalidades não vêem e não ouvem. E que a arte tem engenhos de desvelar rostos invisíveis e ecoar vozes mudas.

Comovente, belo e perturbador; gostei.

 

AL

publicado às 15:30

Sons aqui (3)

por jpt, em 11.07.13

Salimo Muhamed em texto de Niosta Cossa.

 

publicado às 10:45

Politeísmo (48)

por jpt, em 11.07.13

publicado às 08:00

O inverno presente

por jpt, em 11.07.13

Fotografia de Luis Abelard [fotografia de Luis Abelard]

 

Depois, bruscamente, inopinadamente, nesta espécie de inverno presente, perceber que de adolescente só isto... Foi o fim d'algo.

 

 

This is the end

Beautiful friend

This is the end

My only friend, the end

 

Of our elaborate plans, the end

Of everything that stands, the end

No safety or surprise, the end

I'll never look into your eyes...again

 

Can you picture what will be

So limitless and free

Desperately in need...of some...stranger's hand

In a...desperate land

 

Lost in a Roman...wilderness of pain

And all the children are insane

All the children are insane

Waiting for the summer rain, yeah

 

There's danger on the edge of town

Ride the King's highway, baby

Weird scenes inside the gold mine

Ride the highway west, baby

 

Ride the snake, ride the snake

To the lake, the ancient lake, baby

The snake is long, seven miles

Ride the snake...he's old, and his skin is cold

 

The west is the best

The west is the best

Get here, and we'll do the rest

 

The blue bus is callin' us

The blue bus is callin' us

Driver, where you taken' us

 

The killer awoke before dawn, he put his boots on

He took a face from the ancient gallery

And he walked on down the hall

He went into the room where his sister lived, and...then he

Paid a visit to his brother, and then he

He walked on down the hall, and

And he came to a door...and he looked inside

Father, yes son, I want to kill you

Mother...I want to...fuck you

 

C'mon baby, take a chance with us

C'mon baby, take a chance with us

C'mon baby, take a chance with us

And meet me at the back of the blue bus

Doin' a blue rock

On a blue bus

Doin' a blue rock

C'mon, yeah

 

Kill, kill, kill, kill, kill, kill

 

This is the end

Beautiful friend

This is the end

My only friend, the end

 

It hurts to set you free

But you'll never follow me

The end of laughter and soft lies

The end of nights we tried to die

 

This is the end

publicado às 00:45

Festa para Mia Couto

por jpt, em 11.07.13

 

Ídasse passou cá por casa, gentil (nele este termo é pura redundância), para me levar à homenagem do ministério da cultura a Mia Couto, devida pela atribuição do Prémio Camões. "Foi bonita a festa", disseram Mia Couto, cantaram Mia Couto, representaram Mia Couto [o delicioso conto "Filipe Bereberu", uma pérola], celebrou-se Mia Couto. No início o protocolo, decerto que nervoso, enganou-se, um fífia (sonora) com o apelido do escritor. Motivo para bem-disposta risada, generalizada. Logo me lembrei (e Mia Couto também, como viria a dizer) de uma outra fífia protocolar sobre ele cometida, há já bastantes anos, quando ele recebeu uma condecoração. Que um dia aqui botei ....

 

Ontem deu para sublinhar o bom ambiente. Festivo. Parabéns Mia Couto.

publicado às 00:17


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