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10º Templo : Sobre um deus maior

por mvf, em 30.11.13

Eric Clapton is God!

O documentário que está abaixo sobre o deus branco da música negra é de 1987 e daí até hoje muita música correu pela mão do virtuoso Clapton,mas, e de qualquer modo, o seu lugar entre os maiores já há muito estava garantido. Sou fã à séria do homem, que querem... Uma nota, já agora que estamos num registo de intimidade: "E.C. Was Here", um álbum gravado ao vivo de 1974, passou e continua a passar um pouco ao lado dos ouvidos da rapaziada e da crítica especializada. Se calhar porque é muito bom. Para mim, as versões de "Have You Ever Loved a Woman, "Drifting Blues", "Can't Find My Way Home, "Ramblin' on my Mind" e de um balançado "Further on up the Road", estão entre o melhor de Clapton, e, para não faltar a parvoíce habitual, diria que são o cream de la crème... Para quem não apanhou o  trocadilho, lembro que Eric Clapton formou com Jack Bruce e Ginger Baker, um super-grupo de blues-rock de duração limitada (1966/69), uma das bandas (como agora se diz) mais influentes ao tempo.

 

publicado às 22:37
modificado por jpt a 28/12/14 às 13:39

 

A dupla já cá esteve, em XX ainda, e também regressou já em XXI. Amanhã estará no "Franco", e quem ainda não atentou deverá tentar ir ver, são sempre mais do que recomendáveis.

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publicado às 17:59

Futuro (14)

por jpt, em 28.11.13

Winslow Homer

 

Conservadorismo, alguns dirão ao ver lembrar este Winslow Homer e sua linha. Talvez não, resmungo eu, ao lembrar que cada um vê como quer. E estas entradas nas borrascas são cativantes. E elucidativas.

publicado às 16:30

Sons daqui (19): Chude Mondlane

por jpt, em 28.11.13

publicado às 11:19

Convite para o lançamento

por jpt, em 27.11.13

Sexta-feira próxima será a apresentação de mais uma iniciativa editorial da Escola Portuguesa de Moçambique, sempre integrando a participação de artistas plásticos moçambicanos, algo muito saudável. Ao fim da tarde será um bom programa ...

publicado às 09:29

publicado às 09:08

A condecoração

por jpt, em 26.11.13

 

Na linguagem das condecorações, que é a do reconhecimento (no duplo sentido do agradecimento e no da sua publicitação), o Grande-Colar da Ordem do Infante D. Henrique é um colar bem pesado e sonoro que a nossa República tem. Grandiloquente, por assim dizer. Foi hoje anunciado que será entregue a Paulina Chiziane e a Ungulani Ba Ka Khosa. É bonito ver estas iniciativas. E como grande admirador de Ungulani fico particularmente satisfeito.

publicado às 16:43

 

Quem viu "Barry Lyndon" talvez se lembre disto que Schubert compôs e que Stanley Kubrick aproveitou para a banda sonora do filme estreado em 1975 - passou em Lisboa na então moderna sala do Apolo70 e durante a projecção foi mais namorar do que tomar atenção à fita. Um olho no Barry, outro na cigana... No entanto e apesar da minha distracção, a Fotografia de "Barry Lyndon" a cargo de John Alcott - que usou sempre iluminação natural - teve grande sucesso e bem merecido. Tanto que ganhou o Oscar para "Melhor Fotografia". A Academia, com receio que o pequeno boneco de 35cm de altura se sentisse sózinho, garantiu-lhe a companhia de mais 3 estatuetas: "Melhor Banda Sonora" e daí a escolha do 2º andamento (Andante com moto) do Trio Op.100 de Franz Schubert para abrilhantar o vosso serão no ma-schamba, "Melhor Direcção Artística" e"Melhor Guarda-Roupa". Sendo quatro, sempre podiam jogar à Sueca...

Siga a música que de palheta estão vosselências fartas.

 

 

publicado às 20:30

 

É sábado, aqui fica o habitual contributo do ma-schamba para os visitantes saírem da likeland, o morno fb. É uma proposta para se ficar na loveland, a incompleta de Bruckner por Bernstein, uma hora e tal superlativa. Para se saber algo mais deixo as palavras de quem percebe da poda.

publicado às 19:30

Sons aqui (18): José Mucavele

por jpt, em 23.11.13

O "maior", primum inter pares pelo menos, José Mucavele. Que acompanhe a calmaria desejada.

publicado às 10:03

 

Mais do que evidente, é descarada a publicidade que fazemos à estrela da nossa companhia, a VA, a Vera Azevedo. Quem a quiser ver em carne, osso na ribalta iluminada, tem mais este fim-de-semana e o próximo ex-feriado 1º de Dezembro para o fazer no Auditório do Centro Cultural da Malaposta, às portas de Lisboa. Aqui ficam algumas imagens da nossa menina, que depois de um intervalo que durou 10 anos, regressou aos palcos ao lado de Alberto Quaresma, Joana Brandão e Mísia na peça "O Matadouro Invísivel", da autoria de Karin Serres e encenada por José Martins, que foi o impulsionador da transformação de um antigo matadouro em teatro.

VA, agora a ma-schambeira, confidenciou nos bastidores que voltará ao blogue depois dos aplausos.  

 

Muita merda para ela!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotografias: miguel valle de figueiredo

 

6ª e Sáb - 21.30h
Dom - 16.00h
Preço: Barato (12,50€ por 70 minutos de bom teatro)

publicado às 23:11
modificado por VA a 16/12/13 às 23:57

 

Adolph Johannes Brand nasceu na Cidade do Cabo e foi, ainda é, um dos pioneiros do Jazz sul-africano. O enorme pianista, antes conhecido por Dollar Brand, exila-se na Suíça em 1962, escapando ao "apartheid" e pouco tempo depois converte-se ao Islão, mudando o nome para Abdullah Ibrahim. 

 

publicado às 22:41
modificado por jpt a 23/1/15 às 01:36

Joaquim Falé

por jpt, em 20.11.13

 

Saí uns parcos dias e no regresso a Maputo deparo-me com a notícia da morte, inopinada, fulminante, do meu patrício Joaquim Falé, companheiro de geração. Um homem super amável, gentil, disponível, discreto mas sempre armado de um sorriso desarmante. Quando eu cheguei já ele cá estava há alguns anos, depois de ter passado duas décadas na Suíça. Ligado ao turismo, calcorreou o país, reconhecendo disponibilidades turísticas, organizando percursos e acompanhando grupos. E descrevia-o com risonhos olhos de encantado. Nos finais de 90s alguns dos passeios que fiz foram por ele indicados, até organizados. Nos últimos anos esteve ligado à imprensa digital, editor de várias publicações no eixo do Club of Mozambique (Moçambique Hoje, Daily News Updates, e outros). Um percurso profissional cheio, e lembro-me de o encontrar tradutor do interessantíssimo "Os Suíços em Moçambique", o livro de Adolphe Linder (Arquivo Histórico de Moçambique, 2001), uma detalhada história da presença suíça no país.

 

Bem antes, ainda no século XX, o Falé tinha sido pioneiro na divulgação das letras e das artes moçambicanas (e africanas) nos suportes electrónicos, e isto bem antes da disseminação da internet no país (e até da sua expansão internacional), e acho que isso não será muito conhecido. Até porque muitos dos suportes ("sites") dessa longínqua (em termos internéticos) era foram caindo em desuso. Mas fica esta página "Autores Africanos. Do Rovuma ao Maputo" (que encetou em 1996!), com um vasto manancial de referências. Era-lhe um hóbi, denotando um homem sensível, culto sem disso fazer alarde. Quando comecei a blogar, em 2003 era recorrente encontrar referências às colocações  que o Falé fizera. Mas nunca transitou, que eu saiba, para os novos suportes blogais, divulgados já em XXI, porventura devido às obrigações profissionais. E pela sua riqueza: homem de família que era, com uma acarinhadíssima prole. Agora dele orfã e isso bem custa saber.

 

Até já, Falé.

publicado às 15:21

 

Este disco "Voz e Guitarra 2" - década e meia depois do primeiro, o que lhe permite ficar como marco de geração - tem sido apresentado de forma inteligente, de quando em vez surge um filme com uma das canções (acho que no total serão cerca de 35). Vários nomes que desconheço, como este dueto agora apresentado, que se chegou à frente para reinventar o António Variações, e é preciso peito para isso. Gosto, e muito, desta Márcia mais do homem lá atrás nas cordas.

 

Como o meu projecto de bloguista sempre foi que me pagassem uma aguardente velha por cada divulgação que fizesse aqui partilho o filme, chamando a atenção para o disco. Pode ser que um dia alguém me aqueça o balão e faça verter o hidromel luso. Nunca desesperando ...

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publicado às 13:36

A campanha da Pepsi e o futebol

por jpt, em 20.11.13

 

Com campanhas destas eu bebo Pepsi [e Seven Up] ...

 

(e estas coisas devem deixar perceber que não vale a pena grandes discussões sobre quem é o "melhor do mundo", que é para isto que serve).

publicado às 11:01

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