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"…cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio…" (R. Nassar)
"Que papel terá um grão de areia na construção da duna, no uivar das areias, no tumulto que se levanta no deserto? Que papel terá a folha que cai sem amparo e é calcada impiedosamente por ignotos que passam? (...)" perguntava ele, Khosa, nas Histórias de Amor e Espanto. Perguntas de sempre e de todo o local, e de tão difícil resposta. Mas também perguntas de um sempre especial neste local, e nesse aí, nesse então, bem mais difíceis do que qualquer resposta.
Tempos locais onde quando Khosa escreveu lá no Ualalapi:"-Dizem que morreu de doença, pois há várias noites que não tirava os olhos do tecto da sua casa.
- Uma morte desumana para um nguni.- Há quem afirme que o pai morreu da mesma forma.- Não era o desejo deles, Mputa.- Conheço poucos reis que morreram em batalhas.- Mas todos afirmam que é a melhor morte.- Quando se dirigem aos guerreiros.- Pensas muito depressa.(...)"