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Há já uma dúzia de anos frequentei um curso universitário interdisciplinar. Um dia o professor de sociologia, hoje bom amigo e que tem memória do episódio, passou-nos um exercício: que nos auto-classificássemos quanto à classe ou estrato social (era optativo) a que considerávamos pertencer. Foi bonita de ver a elevada auto-percepção que alguns colegas tinham. Face à panóplia de indicadores que nos davam para proceder à classificação eu, e muito apropriadamente como o futuro veio a comprovar, apresentei-me como lumpen-burguesia.

Lembrei-me disso hoje ao ler esta interessante pequena reflexão sobre classe sociais americanas colocada por Luís Nazaré no Causa Nossa. Texto (re)citado e (re)comentado [no Causa Nossa entendo que a mera citação é por si só comentário, e não me parece forçada a consideração] no Liberdade de Expressão, de João Miranda.

Se tiver paciência vá ler o pequeno texto. Interessante em si mesmo, mas também pelas múltiplas e legítimas leituras que um mero trecho permite.

Por isso mesmo, e se o leitor gostar da dicotomia analítica "esquerda-direita", permito-me desafiá-lo para um pequeno exercício (sem querer emular o tal meu antigo professor): leia a este propósito os dois blogs e encontre "Onde Está a Esquerda"?

publicado às 08:40



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