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"…cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio…" (R. Nassar)
Pois muito obrigado ao Tugir que teve a amabilidade e o cuidado de enviar notícia (boa) que o apontamento sobre a ANACOM e a proibição de blogs se baseava num absurdo mal-entendido, numa notícia incongruente.Fica portanto sem efeito o apontamento "Ultramontanos", e ainda bem. Fica ainda um pedido de desculpas a Pedro Amorim, tão mal citado no jornal em causa: imperdoável, condenei-o sem sequer ouvir/ler o que teria a dizer. Terei uma atenuante, sou do tempo em que o que se lesse no Expresso era para acreditar. Mas é fraco atenuante para tão imperdoável (e impetuoso) preconceito, saio com pena suspensa e daqui em diante obrigado a passar a mão sete vezes pelo teclado antes de escrever.
Entretanto a leitora Mafalda comentou, citando-me apontamento anterior e questionando-me "em que ficamos?", quanto à legalidade de blogs. Procurei ser explícito, antes e agora. Se um blog tiver conteúdos considerados ilegais deve ser penalizado por isso. Tal como nos outros domínios sociais. Porque há-de ser este um domínio específico?
Limites à liberdade? Claro, já por aí o pus, com irritação de alguns leitores. O exercício da liberdade pressupõe, sempre e essencialmente, a sua limitação. Quais esses limites? Aqueles que "nós" entendermos. Fácil, e vão, é passar a vida a protestar com essa estranha entidade "eles" e depois protestar que "eles" limitam a liberdade. Cara Mafalda "eu" sou "eles", tal como "V." (ou és "tu"?) o é.
Em suma, repito as minhas desculpas e toda a minha solidariedade (o que se deve ter irritado...) a Pedro Amorim. E também à ANACOM. E o agradecimento ao amigo Tugir