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Portugal

por jpt, em 07.11.10

O ditador de Beijing, colonialista, visita e discursa em Lisboa. O Nuno Rogeiro fala na Sic com o riso bacoco que me persegue há décadas, hoje acompanhado por um professor de economia internacional de ridícula barba mal amanhada (Brandão?). Todos falam, em frêmitos de clítoris, da dívida aliviada. De um Portugal porta de África para a China (comentadores imbecis e ignorantes).

Portugal! No seu pior. Quotidianamente repetido.jpt

publicado às 00:42


17 comentários

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De Rui Ribeiro da Crfuz a 07.11.2010 às 02:51

Os direitos desumanos.
Onde pára a nossa Diplomacia, a nossa como quem diz, a deste país que tão desorientado está, até de olhos em bico ficou!Santa insensatez, confesso que muito pouco ou mesmo nada percebo de política, pensava que quem percebesse o mínimo que a mesma possa exigir,recorresse aos acontecimentos bolorentamente guardados nos arquivos dos reeincidentes históricos ou estivesse mais atento aos pormenores dos acontecimentos pelo mundo fora, que a nós leigos no assunto, nos escapam, mas não, nem isso, eu por acaso hoje soube por uma amiga minha, atraves do chat do facebook que estão a ser implementados uma série de concursos publicos em Moçambique, apoiados financeiramente pelos Estados Unidos da América para explorações comerciais e outros afins e a minha amiga me disse que os mesmos concursos estão a ser entregues de mão beijada aos chineses que ali teem penetrado nos mercados comerciais e sabe-se lá quais mais, engraçada esta coincidencia, a visita do sr. de Beijing a Portugal, este artigo e a conversa sobre o "assalto" aos concursos divulgados em África, tudo no mesmo dia, triangulizado, tão coincidente que até arrepia e me faz repensar, se devo ou não me pronunciar aqui, mesmo apos ter confessado não perceber nada de política, mas só pelo desafio e pela falta descarada de senso,( ou propósito) demonstrada pelo governo de Portugal, assim à primeira vista,não resisto dar uma bicada no assunto, pelo menos no que diz respeito à nossa localização territorial e aos compromissos politicos/económicos e financeiros para com a UE como toda a gente sabe que existem, devendo ser hoje em dia, devido à badalada crise financeira que a Europa está a atravessar, o lugar mais comum do conhecimento generalizado neste país! Ainda ontem foi noticiado na tv nacional que portugal tera de reembolsar 45 milhões de euros ao Banco Central Europeu devido a erros de aplicação dos mesmos fundos na agricultura do nosso país, ora, se existem estes intercambios assim tão chegados, para não dizer íntimos, entre a UE e Portugal, onde está a lógica ou o bom senso em aceitar por parte da China, este "aconchego" financeiro que paga uma grande parte da nossa dívida externa para com a UE, diga-se, e de termos andado todos a assistir nestas ultimas semanas,do ps para o psd e do psd para o ps, antes da viabilização do Orçamento para 2011,aquela encenação toda para se evitar o FMI,como ultimo reduto ou motivo e força maior da necessidade de se viabilizar o famigerado orçamento, quando concerteza alguém no governo sabia já da possivel proposta dos chineses que agora apareceram como os salvadores da nossa cara e das nossas misérias!? Não entendo, FMI não e China sim!? Uma formula no minimo estranha, mais ainda pelo facto de sermos europeus e termos de recorrer ao capital dos de lá do sol posto, aqueles que são aos milhões, não respeitam os principios dos direitos humanos e ainda relutantes em concederem o Prémio Nobel da Paz a um conterraneo, por eles considerado subversivo à sua máquina política gigantesca , que ele por si só, é considerado uma ameaça ao estabelecido pelas regras de um Império medieval na sua matriz e primitivo de raiz!Não entendo, pois não acredito que os chineses tenham acordado há tres dias atras e olharam para a nossa situação desesperada e nos 2 dias seguintes reuniram uma mão cheia de milhões e vieram de "rikexo" para nos ajudar a salvar o nosso bom nome perante uma Europa que já nos anda a cobrar o que de errado fizemos em vez de nos ajudar a ficar com a cabeça de fora e não nos afogarmos nos lagos tenebrosos do FMI mas sim,agora com o seu consentimento, na mancha amarela alastrante mergulharmos!Alguém terá que vir explicar esta grande confusão porque nem ambígua ou paradoxal pode parecer!Isto foi mas é ,um grande entalanço, do qual vamos ainda presenciar,estes senhores politicos da nossa santa terrinha a desenrascarem-se deste embaraço político, internacionalmente perigoso, sim porque a Russia será a primeira a não se ficar com esta "traiçãozita"!( que venha o próximo, Sr. Dr. Passos Coelho, leve com este purgante porque nós socialistas já estamos cansados de tantos nomes nos chamarem, ainda restará esta vingançazita também). É de se ficar mesmo com os olhos em bico perante tamanha tacanhez e maldosa ignorancia destes senhores que nos governam!( estes e os próximos, não acaba a filária!) r.c.
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De Catarina Campos a 07.11.2010 às 03:58

é o Portugal de mão estendida.
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De Pedro Silveira a 07.11.2010 às 15:53

Deixem-se de tretas.

Não vale a pena estarem a invocar o que toda a gente sabe e omitirem o óbvio: Portugal falhou em toda a linha em ser um país desenvolvido e organizado e a culpa não é dos Chineses nem de todos os que não cumprem com o direitos humanos e por aí fora.
Foi nossa.

Todos os politicos e todos aqueles que promoveram e defenderam o que se fez nos ultimos 25 anos são responsáveis pelo estado em que nos encontramos.Mediocridade politica? sim, a toda a linha.

Tivémos (mais) uma oportunidade de desenvolvimento e não conseguimos apanhar a boleia.

Salvo raras excepções fomos governados por politicos maus, temos forças politicas que querem empobrecer o país e, em termos gerais, somos atrasados.

Aos poucos que restam, não sejam os primeiros a sair do barco porque esses, os primeiros são os ratos.

Os tempos que se aproximam são de mudança e todos vão ser precisos a ajudar nessa mudança. Todos.
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[...] Abaixo uma breve nota sobre a visita do poder chinês a Portugal. Nela não está implícita a ideia de que Portugal deva conduzir a sua política externa pela cartilha dos “bons costumes e direitos humanos”. Sim, tem que ser realista: porque é política externa; e porque Portugal tem a dimensão económica e política que tem. Sim, neste caso tem que ser muito realista. Negociou com a ditadura da China de Mao-Tsé-Tung (como se escrevia então), essa que era apoiada pela União Democrática Portuguesa (o partido do hoje “democrático” Luís Fazenda – ao contrário da limpeza anti-maoísta que Nuno Rogeiro decidiu fazer ao execrável “Bloco de Esquerda”), porque entre Estados assim teve que ser. Porque entre Estados assim tem que ser. Mas com conta, peso e medida. O que me choca não é a existência de relações, é a torpeza intelectual que as rodeia. [...]
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De José Pinto de Sá a 07.11.2010 às 20:30

Não percebo o que é que a foto da moça tem a ver com o teor do papo. É ofensivo comparar qualquer trabalhador (seja de sexo ou seja do que for...)com a corja que desgoverna esta choldra. E também não percebo o tom de queixume. A dita corja só está no poleiro porque os "eleitores" deixam, foram eles que a puseram lá. Quanto tempo vai ainda levar até meterem na cabeça que só a mudança radical vale a pena?
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De jpt a 07.11.2010 às 20:48

Queixume? Se há queixume só o poderá haver, JPS, diante do correctismo que me obriga a não desvalorizar o putedo. Quanto ao resto como calculará passo por cima. PAra o seu paleio da "Mudança radical" fica o meu "Bloqueio". Não tenho qualquer interesse em dialogar com esse negrume.
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De José Pinto de Sá a 07.11.2010 às 20:58

Negrume? Não! Negrume é ruminar o discurso reformista uma vez mais. Tanto vale Passos Coelho como Sócrates. Quando as fogueiras se acendem, em Atenas e não só, a hora só pode ser de esperança. Não entendo essa aversão ao desejo de felicidade.
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De Henrique Salles da Fonseca a 07.11.2010 às 22:11

Este ajoelhar perante a China totalitária é típica de quem não olha a meios para alcançar fins.
Os nossos problemas financeiros têm origem nos problemas económicos de que ninguém fala. Enquanto não se mexer no chamado «modelo português de desenvolvimento», a sangria financeira continuará mesmo para além duma eventual (e maligna) ajuda chinesa.
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De Pedro Pombo a 07.11.2010 às 10:46

É em acontecimentos como este que se vê a tacanhez mal disfarçada da mediocridade elevada a comentadores e pensadores, a quem é dado o luxo indevido de aparecer na televisão. Portugal porta de entrada para África? Basta estar algum tempo em Moçambique e ler os jornais para perceber que para estar em África, pelo menos na África lusófona, a China não precisa de Portugal para nada. E nem é preciso ir a Maputo, basta viver perto da cidade do Xai-Xai, e levar durante longos meses com as obras mal amanhadas e confusas na estrada nacional. Aí, até o portão para as residências dos engenheiros (exclusivamente chineses)parece tirado da Cidade Proibida.
E em nome de uma dívida, que na verdade não é portuguesa, é de um grupo incompetente que a contraiu em nome de um país, recebemos com especial agrado a representação de um regime idiota e violento, de tão má qualidade como o que produz, e em cujas fronteiras é permitido milhões de camponeses passarem fome para organizar Olímpicos e ter cidade de meter inveja ao Dubai.
E ratificámos nós a declaração dos Direitos Humanos? Não me parece...
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De jpt a 08.11.2010 às 01:07

JPS V. fica com as suas fogueiras de Atenas, amais os seus Niassas. Eu sigo em frente, reformista mas nunca assassino. V. segue, assassino. Com a única dignidade de também suicidário. A qual, para mim e assim, é insuficiente. Não ultrapassa a repugnância. Que verdadeiramente sinto pelo lixo que canta assim.

HSF a ajuda chinesa nem será maligna, é apenas mais um tijolo no disparate. No que me parece que concordamos.

PS esse "todos" não são com toda a certeza os imbecis que aplaudem o laranjinha que está a falar e a dizer asneiras. O problema é como defender a democracia sem perfilhar as imbecilidades que os democratas andam a dizer e sem perder o pudor de pontapear nas partes baixas e dolorosas os filhosdaputa dos sidonistas sempre prontos a dar ao rabo, paneleiros de merda (lá me vai aparecer o cubano a exigir respeito pelo "correctismo")

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