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"…cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio…" (R. Nassar)

Ler o hmbf sobre o homem do adeus e sobre uma Lisboa em camisa que subsiste (aqui abaixo também). Num contexto onde os pobres (populares) e loucos são sempre "homem" e reduzidos ao nome próprio, a forma como este pobre velho demente rico é elevado a "Senhor" ("do Adeus") e lhe respeitam excepcionalmente o direito ao apelido, é cruamente denotativa de uma pequenez preconceituosa lisboeta. Como abaixo me referem tudo isto habita bem no âmago (facebookesco, bloguístico, jornalístico) da esquerda que ri - não só, mas também. Afinal tão tão tão reaccionariazinha nestas pequenas coisas. Apalhaçada sem humor.
jpt