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"…cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio…" (R. Nassar)

Lembro o que deixei abaixo: era urgente acabar com isto, apesar dos "especialistas" da política. Agora leio a capa do Expresso: Luís Amado apela à coligação (a um novo governo). Costa a um novo líder do partido. Ana Gomes a um novo ministro das finanças. [Rui Tavares, no exercício de populismo anti-parlamentar de matriz totalitária, dá bolsas de estudo]. Sim, são os "notáveis" a posicionarem-se para o futuro. É significante. Apesar destes contorcionismos inadjectiváveis "isto" acabou, apenas subsiste em estertores. O que vem a seguir não será fantástico. A festa não se justifica. Mas o alívio é grande. Resta não esquecer os vis que "isto" fizeram. E ostracizá-los. Vão querer reaparecer, exercer. E não são gente de bem. Nenhum deles o é.
jpt