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Bruno

por jpt, em 05.06.15

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No final de 2013 bloguei que o Bruno (de Carvalho) era a personalidade do ano. Pelo pontapé (por via democrática, através de eleições) que dera na imunda mescla banca-construção civil, de "classe média-alta" (a aparente elite), essa "que vampirizou o país" e também o próprio Sporting. Um exemplo para o país, pensei e penso.

 

De então para cá tenho gostado deste presidente do clube de que sou adepto (e de que fui sócio até ao binómio Santana Lopes / Roquette ter iniciado a devastação do  clube). Do que mais gostei não foi de Jardim ou Marco, ou Nani ou dos títulos nas "modalidades". Foi mesmo da oposição aos "fundos" no futebol - esses que os imbecis defendem entre arrotos e caracóis, eles próprios depois lamentando-se da "crise" e do desemprego em que vegetam ou vêm os seus vegetar. Numa Europa adornada e num capitalismo (economia de mercado, como dizem os parvos) desaustinado essa é uma posição esclarecida (e ética). E única neste país dos tais comedores de caracóis que, entre a flatulência, não aprende nada com o passado recente. Veja-se, como exemplo, que a Fidelidade e a Multicare foram vendidas a um fundo chinês. E a Tranquilidade a um fundo americano, no meio de cânticos de apoio da massa adepta nacional. Ou seja, o Bruno tem pensado mais e melhor do que a "moldura humana" e tem sido melhor do que a "elite" local.

 

Dito isto: despedir alguém (ainda para mais nos tempos que correm, de tanto desemprego e de tantas punções sobre trabalhadores por conta de outrem e ex-trabalhadores reformados) é uma coisa muito séria. E despedir alguém (ainda que trabalhador com salários privilegiados) invocando motivos espúrios como "justa causa" é algo inaceitável.

 

O resto é bola. Não interessa a ponta de um corno. A não ser aos imbecis.

publicado às 09:08



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