O leitor "Mossuril" colocou nos comentários um artigo do Fernando Amado Couto sobre este caso. Muito lhe agradeço a colaboração, simpática e informativa. E que espero venha a ter continuação, sobre esta ou outras matérias.
Já agora, foi o próprio Fernando A. Couto que me chamou a atenção para o artigo do Público que ali refere e a que eu também aludi em apontamento anterior. Mal sabia eu que iria ele escrever.
Escrevi várias vezes sobre o assunto. Quero ainda deixar dois apontamentos. Este e um próximo (já a seguir):
O último texto que dediquei ao assunto recebeu passados dias um comentário explicativo da própria jornalista Ana Cristina Pereira. Confesso a minha estupefacção: como é que alguém que é lido por (para aí) cem mil leitores vem perder o seu tempo num blog de mil vezes menos leitores? (Já nem falo do "como é que ela soube disto?"). Respondi-lhe, dizendo das minhas razões. E contra-respondeu ela, explicando o seu ponto de vista. Ou seja, explanei eu as minhas ideias, e ela as dela.
Explico-me. Quase aos quarenta a última ideologia que me resta é a higiene.
Sendo assim ao ver alguém vir, e era-lhe desnecessário dada a pouca monta deste eco, argumentar sem arrogâncias, sem acinte, mas apenas frisando discordâncias, tiro-lhe o meu chapéu. Continuo a discordar do trabalho que ali foi feito. Do tom, acima de tudo. Mas aceito-lhe a boa fé. No fundo reconheço-lhe apenas as armadilhas provocadas pelo espanto do exótico. Quem não as sofre? Espero que no futuro as evite com maior sucesso. Mas, mais do que tudo, que se mantenha assim Senhora.
É isso mesmo, a sua a sua dona, aqui saúdo a elegância da Ana Cristina Pereira, rara até. E assim...
Ponto final parágrafo.