Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
"…cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio…" (R. Nassar)
Durante 716 horas, Marina Abramovic sentou-se numa pequena mesa, no átrio do MoMA e, sem reagir ou falar, fixou os visitantes que eram convidados a sentarem-se à sua frente.
A performance fez parte da retrospectiva sobre a artista que abarcou os 40 anos de performances, fotografias, instalações e vídeos concebidos por Marina Abramovic.
Para vivenciar a experiência e partilhar o espaço com a artista de origem sérvia, milhares de pessoas enfrentaram horas em longas filas de espera, chegando mesmo a pernoitar em frente ao museu. Uma vez em frente a Marina Abramovic, os visitantes não podiam comunicar com a artista mas o tempo que estavam sentados dependia apenas da sua vontade.
Até que Ulay, seu ex-companheiro, apareceu no evento sem avisar. Este foi o primeiro encontro entre os dois desde a sua separação, em 1988.
VA
e mais umas fotos das obras que irão estar expostas – dois olhares e duas artes. Vamos então à Praia do Peixe. Primeiro, com o Barros dos Miguéis....
... e agora com o nosso MVF
Do nosso leitor Nuno Salgueiro Lobo vem-me a informação que a galeria lisboeta Influx Contemporary exibe actualmente uma exposição colectiva de artistas Africanos contemporâneos, oriundos de diversos países, incluindo Angola e Mocambique.Pretende-se com esta exposição estimular um outro olhar sobre a Arte Africana:A maioria das pessoas ainda associa a expressão ‘arteafricana’ às formas ‘tradicionais’, a chamada (erradamente)de ‘arte primitiva’ ou tribal: objectos utilizados em cultos erituais ancestrais que encerram em si uma aura demisticismo e espiritualidade. ‘Arte africana’ normalmentesignifica ‘passado’.Mas, as coisas em África mudaram muito entretanto…Pelo que me foi dado ver no site da galeria, vale com certeza a pena dar um salto ao Lumiar.