Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



lbh 50.jpg

 

Na próxima quarta-feira, 26 de Novembro, assinalar-se-á em Lisboa o cinquentenário da publicação de "Nós Matámos o Cão Tinhoso" de Luís Bernardo Honwana, livro crucial na literatura moçambicana. Na Faculdade de Letras será apresentada uma reedição (comemorativa), editada pela Alcance. E acontecerão conferências e conversas dedicadas ao livro e seu contexto, contando com várias participações, entre as quais Fátima Mendonça, Maria Alzira Seixo ou Luís Carlos Patraquim.

 

Quem quiser consultar o programa das actividades, que decorrem durante todo o dia, bastar-lhe-á para isso clicar aqui. Até quarta-feira.

 

 

 

publicado às 13:48

Homenagem a Luís Bernardo Honwana

por jpt, em 18.11.12

Luís Bernardo Honwana, autor do fundacional "Nós Matámos o Cão Tinhoso" tornou-se septuagenário. A Kulungwana homenageia-o através de uma exposição debruçada sobre os seus textos. A inauguração será na próxima quinta-feira, dia 22 de Novembro, a partir das 18 horas.

Enquanto quinta-feira não chega deixo um pequeno filme, retratando uma sua intervenção. Abaixo deixo dois dos seus contos mais emblemáticos (basta clicar para aceder e ler).

NÓS MATÁMOS O CÃO TINHOSO! - Entrevistas from Teatro O Bando on Vimeo.E para quem nunca leu (ou não tem o livro) aqui deixo dois contos: "Nós Matámos o Cão Tinhoso" e "As Mãos dos Pretos"

Adenda: Aqui está o livro "Nós Matámos o Cão Tinhoso" completo. Não é o mesmo que ter o exemplar na mão, dobrá-lo, arrumá-lo, marcá-lo, autografá-lo (por exemplo, na próxima quinta-feira). Mas é legível, o mais importante.

Entretanto, e para os curiosos, deixo algumas capas do livro, esse que tem uma incontornável importância na literatura moçambicana. [caption id="attachment_36124" align="aligncenter" width="262"] Heinemann Educational, 1969[/caption][caption id="attachment_36107" align="aligncenter" width="350"] Porto, Afrontamento[/caption] [caption id="attachment_36109" align="aligncenter" width="335"] Ática, 1980 (edição brasileira)[/caption] [caption id="attachment_36110" align="aligncenter" width="303"] Maputo, Instituto Nacional do Livro e do Disco, 1984[/caption][caption id="attachment_36111" align="aligncenter" width="381"] Lourenço Marques, Sociedade de Imprensa de Moçambique, 1964[/caption][caption id="attachment_36112" align="aligncenter" width="200"] Lisboa, Cotovia, 2008[/caption][caption id="attachment_36113" align="aligncenter" width="283"] Barcelona, Baobab, 1980[/caption][caption id="attachment_36114" align="aligncenter" width="129"] Leipzig, Reclam, 1980[/caption] [caption id="attachment_36116" align="aligncenter" width="307"] Porto, Afrontamento, 1988[/caption] [caption id="attachment_36115" align="aligncenter" width="142"] Maputo, Instituto Nacional do Livro e do Disco, 1978[/caption][caption id="attachment_36121" align="aligncenter" width="348"] Gorée, 2008 (edição italiana)[/caption][caption id="attachment_36123" align="aligncenter" width="462"] Paris, Chandeigne, 2006, ilustrações de Jean-Philippe Stassen[/caption](algumas das imagens foram obtidas aqui, algumas outras aqui)jpt

publicado às 23:05

A nova Índico

por jpt, em 05.05.10

[Índico, Série III, nº.1, Maio-Junho 2010]

Este é o primeiro número da nova série (a terceira) da Índico, a revista das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM). Que passou a ser editada por Nelson Saúte, o qual logo a tornou algo distinta. Se a série anterior era muito capaz, enquanto mera revista de bordo, o novo formato eleva a Índico à revista cultural moçambicana, com toda a certeza a coleccionar (assinar?, ou a ir pedir às delegações da LAM?), algo que muito faltava no país. Veja-se este primeiro número, que surge com artigos evocando o mundial de futebol que o vizinho albergará e o trigésimo aniversário da companhia, neste caso com texto de José Luís Cabaço. Mas depois, e para além de alguns textos de ocasião sobre destinos turísticos, surge o núcleo duro. Luís Bernardo Honwana revelando-se como surpreendente fotógrafo. E textos de Eduardo White, Marcelo Panguana, Mia Couto, Nelson Saúte, Paulina Chiziane, Júlio Carrilho, Ungulani Ba Ka Khosa, uma selecção nacional das letras moçambicanas. E um cuidado, sempre discutível mas cuidado, roteiro da capital. Para além de escaparates dedicados à edição livreira e musical, bem como aos ateliers de artistas plásticos.

A desejar bons mares e bons ares à Índico. Para que assim se mantenha.

jpt

publicado às 16:01

"A Rica Nossa Cultura" de Luís Bernardo Honwana, texto publicado aquando da realização da recente conferência nacional de cultura. Um texto a merecer discussão.

publicado às 16:28


Bloguistas




Tags

Todos os Assuntos