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No feedly (35)

por jpt, em 06.06.15

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Moçambique 40 anos 4 fotógrafos, no Alexandre Pomar.

 

A (última) carta de Virginia Woolf, no O Homem que Sabia Demasiado.

 

O Acordo Ortográfico e sua ideologia, ditos no Abencerragem.

 

A (já longa) série de textos agregados sob o título "Grécia Antiga" no Delito de Opinião, cruel iniciativa de Pedro Correia lembrando o vácuo patois dos opinadores portugueses dedicados ao estado da arte europeia. Imperdível.

 

Sobre isto do blogar, no Depressão Colectiva.

 

Bravura, no Ana de Amsterdam.

 

Tolerância é inteligência, pois "A pior coisa que uma pessoa pode fazer pela sua postura, é entregá-la empacotada como um julgamento moral", no Cantar das Miríades.

 

e

 

O corpo barroco de Orson Welles, uma hora de conversa com Lauro António sobre o cineasta, no À Pala de Walsh.

publicado às 18:06

Virgínia Woolf

por jpt, em 16.08.07

"Embora fosse tímida e quase incapaz, quando apresentada inesperadamente a alguém, de dizer fosse o que fosse, tinha uma admiração imensa pelos outros. Ser o que eles eram seria maravilhoso, mas ela estava condenada a ser apenas ela própria e só podia, à sua maneira silenciosa de entusiasmo, sentar-se cá fora num jardim, aplaudindo essa sociedade humana de que se encontrava excluída. Pedaços de poesia subiam numa prece de louvor dos seus lábios: eram realmente adoráveis e bons os sobreviventes, e sobretudo corajosos, vencendo a noite e os pântanos, uma companhia de aventureiros que, arrostando os perigos, continuava a sua viagem.” (...)“ Ficaram os quatro sentados, olhando para a mesma casa, para a mesma árvore, para o mesmo tonel; só que tendo espreitado por cima do muro para dentro do balde, ou melhor tendo visto de relance Londres, do outro lado, continuando indiferentemente o seu caminho, Sasha já não se sentia capaz de derramar por cima do mundo inteiro a sua nuvem de ouro. (…) Sasha olhou para a sólida e segura casa construído no estilo da Rainha Ana (…) e aquela festa não era mais que uma quantidade de gente em traje de cerimónia”-

 

(Virgínia Woolf, “O Resumo” in A Casa Assombrada, Relógio d’Água, 1988 tradução de Miguel Serras Pereira, 71-72)

publicado às 15:56


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