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Sinais dos tempos

por AL, em 04.11.15

floppy_disk_by_bokuwatensai-d7247dr.pngAs arrumações prosseguiam a bom ritmo. No fundo de um caixote espalhavam-se umas disquetes avulsas. Pega numa, vira-se para os filhos adolescentes mal começados e pergunta:

- Meninos, sabem o que é isto? ... e levanta a disquete na mão.

Olham confundidos primeiro e logo a seguir com cara de eureka! :

- Que fixe Pai! Uma impressão 3D do símbolo do save!

AL

publicado às 19:23

Sempre a brilhar

por AL, em 04.11.15

Desta vez o “nosso” Miguel Barros que continua a deslumbrar lá pelas planícies geladas do Canadá. Quem por de lá andar arredado, pode visitá-lo aqui.

 

Convite_Invitation Miguel Barros.jpg

 

 

AL

publicado às 19:20

Juntos, em technicolor e ao vivo

por AL, em 20.05.15

Os meus dois Migueis preferidos novamente em Lisboa. A cores e a preto e branco. Para ver, rever e apreciar.

unnamed.jpg

Prevent'Art Lx44 é uma exposição de pintura e fotografia que tem como cenário Lisboa. Diz assim Elísio Summavielle:

 

"Os encontros plásticos pressupõem assunto, conhecimento, técnicas, combinações, e muito da necessária cumplicidade que exista entre os protagonistas. Com percursos profissionais próprios e distintos, estimula-se assim mais ainda o desafio da complementaridade ou da contraposição. Os dois são válidos, refira-se, porque mesmo a contraposição pode assumir um resultado estético. Só depende da arte e da geometria das coisas. Do equilíbrio da construção, ou da desconstrução. 

Miguel Barros e Miguel Valle de Figueiredo assumem aqui esse jogo. O primeiro, com um caminho próprio e dominante na pintura, bem maturado, e naturalmente matizado na cor, nas formas e na luz que trabalha. O segundo tem um percurso profissional consolidado na fotografia, e com um exercício pessoal muito próprio, também, em terrenos ditos “de risco”, na fixação dos instantes de luz sobre os recortes e os pormenores da sua cidade – Lisboa. Onde a imprevisibilidade não se confunde nunca com o acaso. Em identidade."

 

 AL

publicado às 09:45

... de pequenos nadas

por AL, em 20.03.15

Rusks.jpgNão é segredo que adoro o mato africano, a bicheza que nele habita e os safaris que me tem proporcionado. Aperta a saudade e logo recordo as madrugadas frias e húmidas, o canto da rola, o levantar do sol e a paragem obrigatória para o café e rusks que me aquecem o corpo e a alma.

Nas minhas incessantes buscas por especiarias e temperos exóticos não é que descubro, aqui mesmo à porta de minha casa, uma mercearia que vende de quase tudo e ainda isto? Rusks!, a minha comida do mato (também tem biltong, mas eu sou mais rusks). Molho um no café, fecho os olhos e lá vou eu mato fora com quem mos deu a provar...

AL

publicado às 00:04

Sons de lá 6

por AL, em 20.02.15

É maliana, filha de cantora famosa e chamam-lhe o canário de Wassoulou, região que se reparte pela Guiné, Mali e Costa do Marfim e onde as mulheres tradicionalmente cantam (e encantam) músicas de cariz feminino. Nesta, Oumou Sangaré chora a morte e a guerra.

AL

publicado às 22:24

Sons de lá 5

por AL, em 15.02.15

O miúdo é belga e lindo de morrer. Deixo-o aqui por esta homenagem a Cesária Évora (e também porque não consigo ouvir isto sentada e porque me leva ao ambiente das longas noites de Lisboa lá nos tempos, ali para os lados do Conde Barão...)

 

 AL

publicado às 21:43

Sons de lá 4

por AL, em 14.02.15

São gémeas franco-cubanas e tão, mas tão, a minha praia que tive que as incluir nesta série. Mais ainda, este seu vídeo foi considerado um dos melhores vídeos africanos de 2014 e a elas chamam-lhes as “Yoruba doom soul sisters”.

Quem sou eu afinal para lhes recusar o estatuto de africanas horonárias? (seja isso lá o que for…)

AL

 

publicado às 21:23

Sons de lá 3

por AL, em 13.02.15

Eddy Kenzo é um dos artistas mais famosos no Uganda e esta música Sitya Loss foi um enorme êxito em todo o continente. Este video uma delícia que vale a pena ver.

AL

publicado às 21:10

Sons de lá 2

por AL, em 12.02.15

Não é propriamente a minha praia, mas este homem na Nigéria é grande! Dizem ser esta a sua melhor música; aqui a deixo.

AL

publicado às 20:59

Momentos Mastercard 5

por AL, em 11.02.15

Mãe, tu para mim és uma flor, diz o Benjamim encantado com as ternuras da progenitora. Cinco minutos depois zangado com a reprimenda da mesma acrescenta: Mãe, tu és uma flor… pausa… mas com veneno!

AL

publicado às 20:58

Sons de lá 1

por AL, em 11.02.15

Hoje do Senegal e quem não der ao pé é surdo (ou coxo, vá!)

 

 AL

publicado às 20:44

O sentido da vida

por AL, em 24.01.15

Pelo meu cientista favorito...

 AL

publicado às 22:19

Maria Fexionista

por AL, em 13.01.15

Vestido.jpg

A minha neta Maria Francisca – ano e meio de sorrisos e alegria – tem sido criada com a roupa-sobra do irmão. Convicta que tal roupa pouco ou nada expressa a feminilidade dos seus 50 cm de gente, as birras matinais iniciaram-se mal conseguiu alinhavar uma frase e têm-se intensificado com o Inverno. Caxas não mamã, caxas não. Quero colanchas e por cima das colanchas quero vatido ou chainha. Nada a demove! As caxas são saudadas com pelo menos meia hora de berros espojados pelo chão e no resto do dia arregaçadas até ao joelho num protesto já mudo mas nem por isso menos sentido.

Entrou a correr pela casa dentro Vóvó, vóvó olha!, colanchas novas e vatido com asas de borboleta. Tão linda... e desfila sorridente na passerela da sua fantasia.

AL

publicado às 17:37

Cinema, filmes e audiências

por AL, em 13.01.15

Avisa-me a net, com algum atraso é certo, que celebramos este ano 120 anos de cinema. Nesta veia comemorativa fui dar ao sítio da Tandem Entertainment que, em jeito de celebração, compilou uma breve história do cinema mostrando o deleite de audiências cinéfilas em diversos filmes. Gostei da ideia e do pequeno filme que dela nasceu.Celebremos então 120 anos de cinema com esta delícia!

 AL

 

publicado às 16:27
modificado por jpt a 8/11/15 às 18:13

Momentos prémio Darwin

por AL, em 13.01.15

A propósito deste postal da Helena e do comentário a ele feito lembrei-me de um jantar recente de gajedo e de histórias aí trocadas. Muito riso, pouco siso, muita conversa fiada e no final a certeza que não há grande gesto de amor que valha os inúmeros gestos diários de enamoramento; falham estes e falha tudo. Num momento, num fechar de olhos se passa do amor à indiferença ou alívio.

Reinou nesse jantar o momento do desamor, aquele momento em que percebemos que não há no mundo botox que valha às gelhas da cara metade.

Aquele momento em que percebemos que na cave não mora afinal o nosso inquilino idealizado , mas sim um imbecil militante.

Aquele momento em que olhamos para o lado e pensamos mazondéqueutinha a cabeça?!

O desamor, tal como o amor, acontece quando menos se espera; vem de sopetão e as coisas deixam de ser o que eram.

AL

 

publicado às 16:24


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